Entrei no Teatro Guaíra com a sensação de dia de clássico. Não exatamente aquele frio na barriga de decisão, mas um burburinho diferente. Nas filas, dava pra reconhecer camisas de colecionador, comentários sussurrados, memórias compartilhadas antes mesmo do apito inicial. Era como se parte da torcida do Corinthians tivesse atravessado as catracas do estádio e decidido ocupar as poltronas vermelhas. Sentei. Esperei o ritual. O apagar das luzes é sempre meu apito inicial para o