Reflexões e expansões a partir do espetáculo A Língua do Fogo, de Vinícius Souza por Soraya Martins Patrocínio Um professor, no momento em que está dando aula, sofre um mal súbito e esquece o próprio nome. A partir daí, começa uma travessia em que sonho, realidade, lembranças, sentido de pertencimento e identidade se misturam, num jogo cênico forjado a partir da língua/palavra em performance, emersa de uma dramaturgia labirínticas: literatura, autoficção, desejos e inquietude