Por No Teatro Curitiba A fila começava tímida, quase envergonhada, como quem não quer atrapalhar. Pessoas encostadas nas paredes, olhando discretamente para a porta, às vezes segurando um cartaz e em algumas outras segurando um resto de esperança no corpo. Não tinham ingresso; mas tinham (ou arrumavam) tempo, vontade e presença. Algo que, em grande parte dos casos, deveria bastar. Lá dentro, algumas cadeiras vazias. Não muitas, mas suficientes para criar um ruído. Um tipo de